O presidente da Associação Brasileira de Educação à Distância (ABED), Fredric Litto, afirma que, de 2002 a 2008, houve aumento de 900% do número de alunos estudando nessa modalidade. Apesar do crescimento, Litto acredita que ainda há o que ser feito nessa área.
- Informação e tecnologia estão se atualizando constantemente. As pessoas são diferente neurologicamente, então, por que não usar essas ferramentas de tecnologia para ensinar das diferentes maneiras que a modalidade possibilita? - reflete.
O presidente da ABED esteve na Universidade Veiga de Almeida (UVA), na quarta-feira (15), para o encontro "Cenários e Perspectivas em Educação à Distância". O diretor da ABED, João Roberto Moreira Alves, também participou do debate.
Educação flexível
Para o diretor da ABED, o termo "educação à distância" precisa ser modificado porque, "hoje em dia, o mais importante para essa modalidade de ensino não é apenas o espaço, mas também o tempo". Para Alves, um termo apropriado seria "educação flexível".
- Os estudantes podem contar com uma característica importante, como a mobilidade, já que uma pessoa pode ter acesso ao conhecimento dos mais diversos países sem sair de casa - argumenta.
Uma das organizadoras do evento, a diretora acadêmica do campus virtual da UVA, Ilene Pessoa, diz que a escolha do tema para o primeiro fórum mostra que a universidade quer investir mais na área.
- Na graduação, após o credenciamento junto ao MEC, iremos criar pólos para esta nova modalidade, inicialmente nas cidades de São Paulo (SP), Palhoça (SC), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Cabo Frio (RJ) e Rio de Janeiro (RJ).
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